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“entre aspas”

Concordando ou não, opiniões são sempre boas para se levar em conta na hora de entender o que se passa em volta da gente. Principalmente quando vem de gente envolvida no ambiente em questão. Exageradas, verdadeiras, falsas, brandas, veja algumas afirmações de pessoas envolvida com a música no Brasil e no mundo com diferentes visões de vertentes diversas desse universo.

“Vocês todos, de muito bom gosto, inteligentes, velhos e chatos, esperando a “próxima coisa”, esperem sentados. Ela não será para vocês”

Chuck Hipólitho no Twitter

“Não estamos nisso para ganhar dinheiro, mas para fazer surgir o tipo de música que possa mudar a vida das pessoas. Quando isso acontece, é claro que ganhamos dinheiro. Mas esse não é o motivo que nos leva a trabalhar com música”

Martin Mills, fundador e presidente da Beggars Banquet Records e do Beggars Group, que representa os selos Matador, Rough Trade, 4AD e XL Recordings, em reportagem do jornal O Globo

“Na era dos Ipods, na era dos singles, nós ainda acreditamos nos álbuns e é muito bom ser recompensado por isso”

Win Butler, do Arcade Fire, em coletiva após conquista do Grammy

“Para mim, antes de Is This It, a guitar music, o rock ‘n’ roll, essa coisa toda estava quase acabado. Eu sabia que em Nova Iorque e em Londres havia pouquíssimos lugares para se tocar ao vivo, eram na maioria lugares para se ouvir discos e DJs e toda essa cultura. E depois que Is This It foi lançado, centenas e centenas de bandas começara, garotos tocavam guitarra, jovens que cresceram indo a raves, ouvindo techno music e acid jazz de repente começaram bandas de rock. Ainda hoje a um show em toda esquina, em cada cidade do mundo hoje à noite, e ontem, e amanhã, com bandas de rock tocando em toda cidade, em todo quarteirão”

Gordon Raphael, produtor de três discos dos Strokes em entrevista para a revista NOIZE

“Entendo essa sua percepção de que os festivais deram uma estagnada. Não sei se é exatamente isso que acontece, mas realmente acho que existe um modelo que está se aparentando único e penso que isso é um tiro no pé. Temos é que buscar diversidade, inovações, quebra de paradigmas… Enfim, um modo de manter as coisas acesas, queimando…Não podemos ficar congelados numa fórmula. A Monstro – eu garanto – vai fazer de tudo para não cair nessa armadilha. No nosso ambiente, existem outras coisas que me preocupam mais que a saúde dos festivais. Uma é fortalecer o circuito de casas noturnas de pequeno e médio porte do país. Os festivais são vitrines, mas é nos clubes que as bandas devem estar todos os dias. Outra coisa é o aparelhamento e a ultradependência do poder público. Temos que usar o poder público para criar asas, mas temos que aproveitar isso para criar também as condições de conquistarmos público e uma verdadeira independência financeira. Nosso objetivo não pode ser virar um braço do Estado, mas sim criar um mercado alternativo real. Para isso precisamos de políticas públicas de médio e longo prazo e acho que em várias esferas essa consciência começa a se aflorar. Por fim, tenho muito medo da cena alternativa se tornar um pastiche do mainstream, com seus caciques traficando influências, o jabá tomando novas formas, os favorecimentos se sobrepondo a uma visão artística e por aí vai. A soberba pode ser o pior inimigo de uma cena que depois de muito trabalho começa a se estruturar. Não podemos baixar a guarda quanto a isso”

Márcio Jr, vocalista da banda goiana Mechanics, em entrevista ao site Rock em Geral.

“…o povo brasileiro não é imbecil nem antimusical. A indústria cultural é que não está sabendo manipular a sensibilidade e a inteligência musical do brasileiro. A música saiu da mão dos criadores e passou para a mão dos produtores”

Maesto Júlio Medaglia em entrevista à revista Brasileiros

“Porque o Brasil é uma merda e a música é o reflexo do País. Por isso que a política é assim. As pessoas entregaram o País, não estão fazendo esse País. Elas aceitaram ser capitalistas em uma sociedade de consumo e estão vivendo os problemas desse tipo de sociedade. Muitos carros, muita violência e os artistas fazendo tudo por dinheiro. A qualidade acaba caindo porque a arte é algo que tu faz porque aquilo ali é tua vida. Isso é a verdadeira arte. Mas, nos últimos 25 anos, tudo começou a ser só entretenimento, então as pessoas fazem teatro para ganhar dinheiro, fazem cinema para ganhar dinheiro. Para manter seu estilo de vida consumista. E o jovem, o que ele ouve? Voltando no tempo, de agora para trás: Restart, Nx Zero, CPM 22… (risos) Capital Inicial, Titãs, Paralamas (risos). Só vamos encontrar algo bacana no início da década de 80. O começo das bandas grandes é legal, mas depois eles estão em um esquema de empresários, de jabá. E fazem música pensando nisso. Isso não é arte. Arte é tu não saber o que tu vai fazer. “Puta merda! Como é que vai ser essa música?”. Tu quebra tua cabeça para saber que tipo de som vai fazer. E não dessa forma: “Nossa, tenho que fazer uma música para tocar no rádio”. Por isso que o hoje é sempre o reflexo da geração antiga. Sempre as gerações mais velhas são as responsáveis”.
Wander Wildner em entrevista ao Scream & Yell

“A internet é uma coadjuvante, é bom ressaltar que o rádio continua com muita importância. As pessoas acham que o rádio não tem mais importância e isso é o grande erro das bandas independentes. Porque o pessoal, por não tocar, acaba se defendendo esnobando a rádio”

Lobão em entrevista na Rádio Transamérica

“Não faço idéia, não me interessa o futuro da axé music. Me interessa o futuro da musica baiana ou da musica feita na Bahia. Não me interessa artisticamente um movimento que se baseia na festa e no carnaval. Está bem pro carnaval, mas isso não pode ser a única musica que represente uma cidade ou que se consuma aqui. Aqui existe um excesso de axé, e tudo é parecido, não sei distinguir uma banda de outra. São bandas organizadas por empresários e empresas, não por artistas. Refletem a realidade do mercado de consumo “artístico”. Arte vazia. Claro que há excecões, como Brown e Daniela, que utilizam elementos e que são formados pela axe music e que são legais. A prova cabal é o estrangeiro que chega hoje em Salvador. Ele simplesmente ignora a axe music, os trios, não acha o que procura aqui e vai pra Recife ou Rio consumir música. A música que representa a Bahia hoje não atrai o estrangeiro, mesmo. Eles detestam axé music. Até o Fat Boy Slim, que ganha um dinheirão no trio da Skol tocando no carnaval da Bahia (já fez dois ou três), diz que está se lixando pra axé music e não quer nem saber de fazer contatos com ninguém. A diretoria do carnaval, a prefeitura, o governo, todo mundo deveria prestar atenção a isso: o carnaval da Bahia e a axé music estão indo contra a cultura popular da Bahia, isso é triste . Você não tem quase batucadas na rua aqui. Até os blocos afros estão entrando no esquema pra sobreviver, colocando teclados e baixo e diminuindo a percussão, pensando erroneamente que assim vão atingir mais mercado. Está tudo do lado avesso no carnaval da Bahia hoje em dia. Tem também o problema dos novos camarotes, que são os templos de adoração à Axé Music, que elitizam e invertem valores”.
Ramiro Musotto em entrevista para o Diário do Nordete em 2008 (com declaração ainda bastante atual)

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Tags:arcade fire, chuck hipólitho, Júlio Medaglia, lobão, opiniões, Ramiro Musatto, Wander Wildner

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Comments (11)

 

  1. Zé Henrique disse:
    26 de fevereiro de 2011 às 4:36 am

    O Chuck como sempre falando merda e o Ramiro sempre pertinente.
    Já o Lobão e o Wander – grandes caras – estão equivocados.
    O Brasil não é uma merda e as rádios não são mais tão relevantes.
    A Nação Zumbi mesmo tem uma carreira consolidada,coloca 3/4 mil pessoas por show e NUNCA tocou em rádio.

  2. Chico disse:
    27 de fevereiro de 2011 às 10:43 am

    Realmente, esse Chuck é muito presunçoso. Mentalidade “Rua Augusta”, bobinha, que se acha. Fora que o que ele diz é de uma obviedade abissal, se o que ele se refere for às “novidades” mainstream, tipo Restart. Mas o cara da Mechanics / Monstro, Wander e Ramiro Musotto foram fundo nas suas questões. Dedo na ferida. Não tem mais como tratar dessas questões de outra forma, botando pano quente. O carnaval de Salvador está MORTO. Foi roubado do povo na cara dura. Tornou-se um espetáculo patético, soterrado sob toneladas de lixo marketeiro e celebridades imbecis. Não é toa que a música de carnaval está cada vez mais parecida com jingles publicitários. Por que é exatamente isso que a axé music é: jingle. Para operadoras telefônicas, bancos, governos (secretarias de turismo, especialmente), instituições de ensino privado, cométicos, montadoras automobilísticas (indústria esta que ainda vai nos soterrar debaixo de montanhas de metal retorcido, diga-se de passagem). Por isso que quando me perguntam por que não gosto de axé eu simplesmente respondo: “Desculpe, é que eu prefiro música”.

  3. Rodrigo Chagas disse:
    28 de fevereiro de 2011 às 11:47 am

    “O rock and roll é a mais brutal, feia, desesperada e maléfica forma de expressão que eu já tive o desprazer de ouvir. Ele é escrito e cantado por estúpidos cretinos, com reiterações imbecis e letras hipócritas, obscenas, realmente sujas (…) (o rock and roll) consegue ser o hino militar de todos os delinqüentes de costeletas sobre a face da Terra.”

    Frank Sinatra, em uma audição no Congresso dos EUA, 1958

    Preferia quando o rock era feito por gente do tipo que o Sinatra falava…não entendo nunca essa coisa de gente inteligente, com bom gosto que qualidade musical…e etc…qual o comparativo pra isso? participar de uma cultura dita elevada? elaborada? de músicos que tocam muito? isso pra mim soa bem preconceituoso…pra num dizer racista se for ir no fundo da coisa…

    Não acho single, ep, album (duplo, triplo e por aí vai) coisa ruim não…acho que MÚSICA é o que importa…se vc for pensar o conceito de álbum é coisa recente, dos anos 60 pra cá…”antigamente” os músicos lançavam os 78 rotações, 45 rotações com uma música de um lado (geralmente a + famosa) e outra no lado b…então o single na “atualidade” não é coisa nova, os discos surgiram como coletâneas dos singles…acho massa o “conceito” de álbum e tal, mas o + importante é estar fazendo as canções circularem.

    Outra, lembrando que pode ser considerado um jabá o hype (jurei que num ia usar nunca + essa palavra-ehhehe) a pagação de pau que uma revista (eletrônica ou não) que faz em cima de uma banda…alguns jornalistas tb…reclama-se muito da grande mídia, mas a alternativa tb faz seus “incensamentos”…normal, muitas vezes o dinheiro e a moda, o momento é que são diferentes…a internet pode ser a “rádio” de uma banda alternativa e ser alavancada para qq outra mídia grande…e nem tou falando de rádios online…tou usando rádio no sentido figurado…muita banda num toca em rádio por milhões de motivos e muitas vezes não é pq elas num querem tocar…eu mesmo pra mim pouco importa, nunca fui de ouvir rádio mesmo…e pra uma banda lotar uma casa de show indie, muita vezes tem que tá na onda, na moda…nem sempre claro, mas já vi bandas indies lotarem casas de show num ano e no outro não ter muita gente pagando pra ver…e bandas que foram ao contrário…é muita coisa envolvida…literalmente…fazer maniqueimos e causa/efeito muitas vezes não é o certo…não é matemática.

    E num acho ruim o povo ouvir acid jazz não, aliás muita gente do rock tendeu pra isso, os “mods” mesmo ouviam muito (ouvem) na época do lançamento do is this it…que virou o acid, techno da época, se for comparar com o modismo da época, não só musical, mas de vestimenta que os strokes trouxeram…gosto muito dos strokes, gosto MESMO do 1o EP dele…das 1as demos que eram bem melhores e + interessantes…

    Acho tanto um saco a música feita hj quanto a feita nos anos 80…os adolescentes ouviam rock nos anos 50 e vc viu o que sinatra disse acima, quando o rock surge é uma forma de “protesto” comportamental, mas aí surge a figura do adolescente e tudo vira comércio…uma hora a música da moda (elvis, beatles, stones, smiths) nos agrada, outras não…eu quando era adolescente não ouvia a banda que meus amigos ouviam, num sei dizer pq, vai ver era chato…num era fã dos raimundos e nem das bandas daquela época…umas pessoas se identificam com a música outras são identificadas para ouvir aquelas…ou seriam rotuladas…enfim…isso é uma discussão que não tem fim…

    Pra mim o grande problema é que as pessoas deveriam procurar as músicas que elas querem ouvir, independente de opnião de amigos, rádios, zines, revistas e etc…bateu em sua cabeça? pronto…num bateu, pode ser que bata no futuro…vai saber.
    Ac/Dc e Motorhead era coisa de roqueiro doido metaleiro na minha época e eu gostava…no começo dos 00′s depois q strokes surge, que a coisa fica + “sofisticada”, quando começa a coisa de emo pra lá, emo pra cá aí todo mundo começa a ouvir rock do mau…cantar sobre brigas, cerveja e etc…queria ver essas bandas tocando no ABC pra Carecas e etc…esse povo que curte essa “violência”, num meio de um show com gangue pra lá e gangue pra cá pra ver se num iam borrar as calças.

    Esse lance de axé isso ou axé aquilo…deixe o rock virar moda local e veja se num vai ser assim tb…já, mas não aqui em ssa…muito gringo/gringa vem pra k pra dançar, tomar cerveja, trepar…putaria…não importa que música toque…tendo corpos semi nus e cerveja tá de bom tamanho…aliás…o q tem de errado nisso é cobrar caro para se ter…por mim, as pessoas fariam suas perversões como elas quisessem, todo mundo gosta…mas transformar isso numa embalagem mercadólogica que é foda…excluir pessoas disso que é uma merda…mas sempre foi assim a humanidade, em sua grande maioria…só num posso dizer que sempre será pq não viverei para sempre…e nem a cultura humana e as canções.

    Quem vai procurar outros tipos de música quando chega aqui não é a grande maioria…e não precisa vir no carnaval para procurar…aliás, não precisa nem sair do seu computador se tu num tiver tanta $$ pra viajar.
    Se vc procurar direito, com esmero, vai achar…pode demorar, mas acha…se não for pra download, alguém provavelmente terá o que tu quer.

    Enfim, acho que escrevi um livro, tampão que num escrevia nada…tá na hora de terminar meu intervalo e voltar ao trampo.

    Acho legal que as pessoas conversem e expressem suas opniões, pensamentos…mas no fim nada nada significa alguma coisa mesmo.

    Aliás, nem música + tenho ouvido.

  4. Rodrigo Chagas disse:
    28 de fevereiro de 2011 às 11:49 am

    quem ler isso tudo eu dou 3 mendoratos-ehehhehehe
    Caralho, fiquei brincando aqui e escrevendo e digitei um monte de palavras…é…realmente tá na hora de voltar ao trabalho.

  5. Eduardo disse:
    12 de março de 2011 às 12:55 pm

    Interessante o que o sacaninha do Mechanics falou, sobre ser verdadeiramente independente e não ficar apenas nas moletas do estado e seus editais, óbvio que isso é ótimo, mas e quando a “farra” acabar, vai sumir tudo?

    “Por fim, tenho muito medo da cena alternativa se tornar um pastiche do mainstream, com seus caciques traficando influências, o jabá tomando novas formas, os favorecimentos se sobrepondo a uma visão artística e por aí vai”

    Só achei que ele foi ingênuo nesse trecho acima, se tornar? Como assim? Já era pai…

    “Elas aceitaram ser capitalistas em uma sociedade de consumo e estão vivendo os problemas desse tipo de sociedade. Muitos carros, muita violência e os artistas fazendo tudo por dinheiro.”

    Tá Wander, e você não gosta de dinheiro né? Ok…um pouco menos de hipocrisia é bom.

    Sobre rádios e o cometário de Lobão, não é bem assim também…a Rádio é importante mesmo e tem um grande público, mas esse público não sou eu ( e muitos outros) por exemplo, que sabemos que não vai tocar nada que preste. Por isso nem ouço, porque não sou masoquista, salvo programas específicos que tenho conhecimento que podem tocar algo que me agrade. Interessante seria se as rádios tocassem mais músicas diversificadas, efetivamente para todos os gostos, o que é uma ilusão e queixa bem antiga até.

    Sobre axé, prefiro cometar apenas em 2012 porque agora estou preocupado com a leva de forró que vem por ai.

  6. Eduardo disse:
    12 de março de 2011 às 1:12 pm

    Bubute, o rock and roll ainda tem uns ogros pra representar e no final, são esses que se mantém resistentes, os “inteligentes” vão começar a ouvir Jazz e coisas mais cultse vão passar a críticar a barulheira…isso é normal, é o que se mais ver.

    Sobre o “jabá” dos meios alternativos de mídia, falo por mim…sim, se tem uma banda que tenho uma ligação legal falo bem dela, às vezes posso até criticar, mas sou extremamente parcial em meus txts, afinal se não for eu pra falar bem do bagulho que gosto, quem vai falar? Mas não chega a ser um jabá, afinal ainda não tou ganhando grana pra falar bem de ninguem, mas se quiserem me pagar tamuaê!

    Foi bom você falar de Strokes, é um ótimo exemplo de quanto a babação de ovo da mída me faz desgostar de algo, lembro na época dessse EP que a mídia especializada estava em gozos com o surgimento da banda, eu sinceramente não via nada demais…pior foi quando começaram a chamar de “Salvação do rock”, ai foi de doer detestei a banda…De uns 2 anos pra cá eu comecei a achar a banda legal, ouvindo das coisas mais recentes pra coisas mais antigas, ou seja, a banda nunca foi ruim…a mídia estragou. Mentalidade de menino deslumbrado? De quem tem complexo de underground, pode ser….mas uma coisa é certa o underground, com todas suas dificuldades bate qualquer dessas merdas do maistream, pois tem mais sinceridade e amor.

    Caralho, você não gostava de Raimundos? Que cuzão!

    “q tem de errado nisso é cobrar caro para se ter…por mim, as pessoas fariam suas perversões como elas quisessem, todo mundo gosta…mas transformar isso numa embalagem mercadólogica que é foda…excluir pessoas disso que é uma merda…”

    Toda suruba tem seu preço ahuhahuauhauhhua

    Me deve os mendoratos, amendoins dourado, amendorato ou seja lá como for o nome real dessa porra.

  7. Rodrigo Sputter disse:
    13 de março de 2011 às 6:21 pm

    Dudu, sempre ouvi jazz…e o jazz num era coisa de gente sofisticada não…depois q me vieram com essa…
    Meu caro, felizmente vc é sincero…mas vc num é tão famosão assim pra nego pagar pau do q tu gosta…hehhehe…se fosse eu tava barão…
    acho q falar sobre as bandas que gosta num é errado, mas tem gente q só ouve a banda pq jornalista famoso disse q é legal ou tá na moda…isso é foda…já vi gente dizer q gostou dos Honkers pq passou uma matériazinha no Jornal Hoje da Globo…é mole?
    Nunca gostei de Raimundos…apesar do 1o disco num ser de todo ruim…eu que fiquei de cara vc curtir raimundos…mas vc era guri…queria ver gostar de eles surgissem agora-hehehe.
    Ok, te pago uns mendoratos no próximo jogo do Bahia em Pituaçu…hehehehe.

  8. Eduardo disse:
    13 de março de 2011 às 8:57 pm

    É porque eu sou do tempo já é “essa”, sacou? kkkkk Mas eu escuto Jazz também, mas acho que você entendeu o que quis dizer e tinha que esteriotipar algo.

    kkkkkkkkkkkkkkkkk rola dessas mesmo, pior que geralmente quando a banda passa na TV e a galera começa a ouvir a banda fica uma bosta, felizmente no caso de vocês não rolou isso.

    Rpz…é isso que não sei, mas ainda hoje piro em ouvir Raimundos, é que sou bem brau mesmo, Charlie Brown Jr. é outra banda que escuto muito até hoje, acho bem legal.

    Ai você pode pegar seus mendoratos e enfiar no cu, seu zé ruela huauahuauhauhahuauhuhauhaauhuahuahuah Mas se quiser levar pra mim lá no Barradão tá de boa.

  9. Rodrigo Sputter disse:
    14 de março de 2011 às 11:02 pm

    entendi sobre o jazz sim…
    mas a gente num passa em lugar nium, nem aqui-hehehe
    e nem no toma na cara rola resenha da gente-heeheh
    vc é roquêru doidjo mermo.
    no barradão só vou de graça e levado de carro-hhehe

  10. Eduardo disse:
    15 de março de 2011 às 8:29 am

    Ó que filadaputa!!!!Num rola o que seu corno, só não posso inventar a resenha, na verdade até posso mas pega mal. kkkkkkkkkkk

    Ou seja, toquem mais!

  11. Rodrigo Sputter disse:
    16 de março de 2011 às 9:15 pm

    tou esperando o da lavagem do Bonfim no Pelô-hehehehe

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Luciano Matos lubmatos@gmail.com

Jornalista, blogueiro e DJ. Nascido em Salvador em 1974, há mais de dez anos atua na cobertura do cenário musical baiano e brasileiro, especialmente o chamado mercado independente.

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    * Baile Afrika Dub – Rafael Pondé, Lazzo Matumbi e Rogê (RJ) - Ocho Ceviche (antigo Tom do Sabor)
    * Quintas Dancehall - Equipe de Som do Ministéreo Público & Convidados - Sunshine
  • Dia 18
    * Uma Noite Massa - A Bahia canta Raimundo Sodré - Margareth Menezes, Magary Lord, Bule Bule, Geronimo, Xangai, Roberto Mendes, Lazzo Matumbi e Márcia Short - Conha Acústica
    * Viola de Arame - Teatro Sesc-Senac (Pelourinho)
    * Baile Tropical - DJs Patricktor4 e Sankofa - Sankofa African Bar
    * Gilberto Gil e Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) - Teatro Castro Alves
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  • Dia 19
    * Festa A Bolha - Portela Café
    * Banda Escola Pública com Pietro Leal e Giovani Cidreira e DJs, Soraia Drummond e DJ Raíz - Casa da Águia
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  • Dia 20
    * Otto, Nana e Pedro de Rosa Morais - Concha Acústica
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    * Newronio, Pastel de Miolos e Fridha - Dubliners Irish Pub
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    * Música no Parque - Neojibá - Parque da Cidade
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