Espaço voltado para a música em seus mais diversos gêneros e estilos possíveis. Porque quem gosta de prateleira é dono de supermercado.

  • Home
  • Clipes (BA)
  • Discos
  • Espaços para show
  • Festivais
  • Melhores Discos de 2010
  • Podcast
  • Quem faz
  • Agenda
  • capa
  • Coletânea
  • Discos
  • Entrevistas
  • Geral
  • Matéria
  • Notícias
  • Opinião
  • pesquisa
  • Podcast
  • Promoção
  • Shows e festivais

Karina Buhr lança CD e parte para carreira solo

Primeiro disco sem a banda Comadre Fulozinha é menos percussivo e mais pop, ousado e nervoso. CD é o primiero bom lançamento nacional do ano.

karinabuhr

Karina Buhr sempre foi conhecida pela carreira fortemente ligada à música mais tradicional e regional de Pernambuco. No comando da banda Comadre Fulozinha, onde toca percussão e canta, ela fez parte de uma leva de jovens artistas que transformava o que seriam ritmos folclóricos e tradicionais em música atual e totalmente viva.

Desde o ano passado a moça vem concretizando seu projeto de investir na carreira solo, que se firma mais definitivamente agora com o lançamento do CD, Eu Menti pra Você. Uma daquelas estreias saborosas que mostra como anda fértil nossa música popular brasileira contemporânea e, dentro dela, como Karina é talentosa.

Nascida em Salvador, criada no Recife e desde 2004 morando em São Paulo, Karina Buhr mostra nesse trabalho que a vida na metrópole não a fez esquecer suas origens, mas ajudou a ampliar os horizontes e trazer novas referências.

“Não houve uma mudança de quando comecei na Comadre e agora, sempre tive esses dois lados. O que aconteceu é que agora consegui parar pra mostrar esse outro com mais veemência”.

O fato é que a convivência com uma cidade como São Paulo, muito mais urbana e cosmopolita do que Salvador e Recife, fez com que ela ganhasse a maturidade e coragem para assumir total controle de seu trabalho e mostrar uma música mais diversa e, sim, moderna.

Ao menos nesse primeiro disco solo, a sonoridade da música de Karina deixa de ser o côco, a ciranda, o baião com foco no forte trabalho percussivo da Comadre e passa a soar mais pop, com doses de dub, funk, reggae, rock e eletrônica, muitas guitarras e efeitos digitais. Deixa de ser tão suave e alegre e ganha ares mais ousados e nervosos.

Romântico defeituoso Karina mostra ser especialmente talentosa e com o mesmo sotaque e competência em gerir gostosas melodias. Cercada de músicos de sua geração ela demonstra uma capacidade incrível de construir belas canções e interpretá-las de forma única.

Fazem parte deste projeto Fernando Catatau e Edgard Scandurra nas guitarras, Bruno Buarque na bateria e base mpc, Mau no baixo, Guizado no trompete, Dustan Gallas nos teclados e piano, Otávio Ortega nos teclados e bases eletrônicas, Marcelo Jeneci no acordeon e piano, além da participação da atriz alemã Juliane Elting e do percussionista cubano Pedro Bandera.

Fugindo de obviedades, ela inventa um universo musical próprio para falar de temas como prazeres banais, fúria, solidão, desapego, amor e morte, com um humor peculiar e uma forma de cantar e interpretar sem virtuosismos e exageros.

“Fico sempre curiosa pra saber como as outras pessoas vão classificar meu trabalho. Gosto de como um mesmo som pode causar impressões diferentes em pessoas diferentes. Mas pensei numa definição pra ele que gostei: ‘Romântico defeituoso’”, comenta. O defeito é por não se enquadrar no romantismo barato que se ouve nas rádios, o que é um grande mérito.

Como vem sendo marca dessa geração que produz bastante, quase sempre em alto nível, mas corre por fora do grande mercado, Karina une em seu trabalho composições inspiradas, execução primorosa e produção caprichada.

Se como cantora e compositora, a baiana-pernambucanapaulista já mostrava suas qualidades quando surgiu na Comadre Fulozinha, agora demonstra ser ainda mais completa assinando a produção e direção musical do álbum.

Sem selo e sem gravadora, Karina apresenta um trabalho que mescla uma verve pop contemporânea que poderia muito bem estar tocando em qualquer rádio do país, ao mesmo tempo em que revela ousadia em experimentar formatos e estilos.

Sem se importar em como pode ser enquadrada, ela faz uma música autoral, bem resolvida e espontânea. Se vai romper o circuito (ainda chamado de) independente, não se sabe, mas bem que merece.

Nesse ponto, a própria Karina dá a receita: “Precisamos trabalhar muito, festejar e nos divertir muito também e ter fé no nosso trabalho, como qualquer outro trabalhador. É bem louco matar um leão por dia, mas é muito bom desfrutar o saborzinho de cada conquista, de cada passo dado”, avalia. O resto, como ela mesma diz, é sorte.

capa CDO Disco - “Menti pra Você”

Não é qualquer artista que abre um disco dizendo que é uma pessoa má e que mentiu para o amante, que alerta que está chovendo fogo e as ruas estão queimando, que insere uma música experimental cantada toda em alemão. Uma cantora em seu disco de estreia fazer isso parece ser ainda mais ousadia e até auto-sabotagem. Olhando assim, parece que Karina Buhr quer ficar distante do público, parece não se importar em ter sua música conhecida. Não é o caso.

Ela apenas faz uma música com personalidade e coloca isso disponível nesse disco de estreia. Se Eu Menti pra Você aparenta ter esse tempero mais difícil, quando se ouve o álbum logo se percebe que é realmente apenas uma aparência. Carregado de elementos pop, Karina Buhr lança um disco acessível, gostoso, sincero e bem bonito.

Não dá para não se deliciar com a própria música que abre e intitula o álbum, “Eu menti pra você”, com o humor-negro de “Vira pó” e seu tecladinho, com a deliciosa “Plástico bolha”, um reggae preguiçoso que fala do prazer banal de passar a tarde estourando bolhinhas de plástico. Ou ainda com as belas “O pé” e “Mira Ira” e até com o ciranda-funk “Ciranda do Incentivo”, que trata das dificuldades em se lançar um disco.

A música dela soa como boa parte das novidades da música brasileira contemporânea, absorvendo várias influências sem se preocupar em preencher rótulos. Capta sonoridades diversas do Brasil e do mundo. Não é a MPB cansada e batida do violão e poesia, mas pega isso também. Insere eletrônica, reggae, rock, dub e um misto amplo de sonoridades, para criar uma música com identidade própria. Que se tem semelhança com algo é com o que de melhor vem sendo produzido no Brasil hoje. Se o ano continuar com lançamentos como esse, promete repetir 2009 e comprovar que estamos assistindo a uma geração da música brasileira que já deveria ser reconhecida e estar sendo ouvida pelo grande público.

Entrevistakarinabuhr2 – Karina Buhr

- Você  tem sua origem no rastro do Mangue Beat, com o Comadre Fulozinha, cantando e tocando percussão. Nos últimos anos está se assumindo mais como cantora. Como foi esse processo e o que mudou de lá pra agora?

O que mudou foi no sentido de eu conseguir concretizar idéias antigas. Isso de cantora é  engraçado, por que é, na verdade um tratamento dado as mulheres pelo mercado. Eu canto desde 1992 e continuo cantando. Só que como agora tenho um trabalho solo, acabou entrando nesse filão das cantoras. Cantar é uma parte desse trabalho, como também é na Comadre Fulozinha e em todos os outros que já fiz e faço. No caso do meu trabalho solo cantar é tão importante quando compor e quanto dirigir os arranjos.

- Como tem sido assumir esse lado de cantora num mercado cheio de mulheres cantando e fazendo sucesso?

Não vejo como uma competição (pelo contrário) muito menos como uma competição feminina. Como não penso no mercado antes de criar um trabalho, fico bem tranqüila com isso e feliz da vida quando vejo outras mulheres fazendo trabalhos que acho legais.

Isso do mercado é uma coisa bem paradoxal pra quem faz qualquer arte por amor mesmo. Saber o que fazer pra ser mais acessível e não fazer por princípio e vontade de ser sincero é uma coisa trabalhosa. Resta torcer pra que muitas pessoas gostem das suas criações.

Como falei na resposta anterior, ser cantora pra mim não está separado de ser compositora, nem de dirigir os músicos nesse trabalho. O termo “cantora” é um filão determinado pelo tal Mercado. É uma grande dificuldade e uma luta constante mostrar que se faz algo mais além de cantar, para uma mulher, no Brasil.

Que ótimo que tem muitas que cantam e “só” cantam maravilhosamente!

Mas as idéias das pessoas vem também nas letras, por exemplo e letras, mesmo quando escritas por mulheres, representam universos próprios e que merecem aparecer junto com as vozes.

E a expressão “universo feminino” me dá vertigem. Acho um desrespeito…rs.

Quando um homem canta, compõe e dirige o seu trabalho, o fato é tratado como um todo e ele representa algo novo pra sociedade. Quando uma mulher faz isso, é logo tratada como “mais uma cantora”, no meio de tantas, como se competissem entre si. Esse tratamento é cafona e excludente. Às vezes mais parece um concurso de miss.

Quando aparece um homem cantando as próprias músicas ninguém fica comparando ele com Fábio Júnior.

- Nessa trajetória se percebe também, que sua música soa menos regional e mais urbana, cosmopolita, o que tem te influenciado para essa mudança e o que você  ainda traz de influência do período do Comadre (que sei ainda continua, né?)?

A Comadre Continua sim. Tem boatos de que não, mas a Comadre é traiçoeira mesmo, vide a própria. Com a banda não é diferente. Sou contra essas denominações “regional” e “urbano”. Mas esse é assunto que rende páginas e páginas. Melhor a gente conversar ao vivo, numa outra oportunidade.

Mas de toda maneira, entendo perfeitamente o que é chamado de regional e de urbano na música e em todo tipo de arte.

No meu caso não houve uma mudança. Sempre tive esses dois lados. O que aconteceu é que agora consegui parar pra mostrar esse outro com mais veemência pras outras pessoas, mas pra mim ele não é novidade.

Tudo me influencia, tanto pra esse trabalho solo, como no meu trabalho na Comadre Fulozinha. Nesse caso específico foram exatamente as mesmas influências que me sacudiram pra criar esse cd e o último da Comadre. Várias músicas dos dois trabalhos foram feitas em 2007 e 2008. Umas serviram o campo e outras a cidade grande…rs.

- Como foi a produção desse primeiro disco, como você  apresentaria ele?

Foi totalmente independente. Sem selo, sem gravadora, com pouca grana. A direção musical foi minha e a produção musical foi feita por mim, por Bruno Buarque (o baterista) e Mau (o baixista).

É difícil pra quem faz se classificar e se enquadrar. Fico sempre curiosa pra saber como as outras pessoas vão classificar. Gosto de um mesmo som causar impressões diferentes em pessoas diferentes. Mas pensei numa definição pra ele que gostei: “Romântico Defeituoso”.

- Você  se cercou de nomes paulistas da nova e velha geração, como foi esse encontro?

Me cerco sempre de músicos com quem tenho afinidades musicais. Toco com quem admiro como músico e também como amigo.No caso são Paulistas por eu estar morando em São Paulo há quase 6 anos. Dustan, o tecladista é Cearense.

Pedro Bandera é cubano e Juliane Elting alemã.

Bruno e Mau conheço das antigas e convidei sem pestanejar. Guizado conhecia o show dele, achava massa e chamei também. Dustan eu conheci através do Cidadão Instigado e convidei, já com o bonde andando, depois que trabalhei com Otávio Ortega, que outro tecladista que admiro, que esteve comigo no começo do trabalho quando mostrei as primeiras idéias e que foi uma importante parceria em muitos arranjos do disco.

Jeneci é um músico incrível.

Edgard Scandurra foi um presente que ganhei de São Paulo.

Eu não o conhecia pessoalmente. Fiz um show que ele gostou e postou um comentário massa no myspace, onde falava que queria tocar junto. Esse foi o mote pra eu convidar pra participar do disco, nos últimos dias de gravação. Fiquei muito feliz com isso por ser um músico que admirava bastante, mas tinha acompanhado uma outra época de atuação dele.

A presença forte do Ira em nossas vidas não dá pra esquecer. E a voz e a guitarra de Edgard eram parte bem especial dessa história.

Agora acompanho os trabalhos atuais dele e admiro muito, como, por exemplo, o Pequeno Cidadão (tanto as guitarras, quanto as composições, os vocais e também os vocais dos filhos!) e as criações eletrônicas dele.

- Temos assistido uma geração fértil da música brasileira atual, mesmo longe do grande público, como vê essa geração? Como se vê inserida nela?

Acho muito especial esse momento, um momento de rebuliço nas mentes e no mercado e acho que a “grande mídia” precisa chegar junto e fazer essa galera aparecer pro grande público! Não é um favor a ser feito. É uma questão de coerência com o que está acontecendo no nosso país. Existe muita, mas muita coisa massa mesmo acontecendo na música brasileira hoje.

É uma galera que topou com um mercado totalmente novo, louco e de futuro incerto. Mas tudo bem também, por que o de antes não era nada fácil.

Mas como as realidades são novas e ultra mutantes, fica sempre uma sensação de não pertencer a lugar algum. Mas isso também não é de todo ruim e pode, inclusive, ser muito bom, afinal música boa e dinheiro não andam necessariamente juntos. Mas muitas vezes sim! Precisamos trabalhar muito, festejar e nos divertir muito também e ter fé no nosso trabalho, como qualquer outro trabalhador. É bem louco matar um leão por dia, mas é muito bom desfrutar o saborzinho de cada conquista, de cada passo dado. O resto é sorte.

- Como tem trabalhado nesse mercado ao mesmo tempo mais restrito e mais amplo com a internet?

Descobri que posso fazer uma coisa que sempre gostei, que é escrever, de uma forma mais dinâmica e isso está sendo massa. Estou aprendendo a lidar com timing de blogs e afins e descobrindo quais caminhos são mais legais pro tipo de comunicação que gosto.

Quando digo que estou aprendendo é por que tenho um blog no portal MTV (o www.mtv.com.br/karinabuhr) que estava começando a entrar no ritmo e de repente troquei ele pelo facebook…rs! As ferramentas e a agilidade desse site acabou me fazendo deixar nele várias coisas que seriam pro blog. Confesso que rolou uma preguiça de lidar com formatação mais demorada de fotos e tal. Mas vou retomar com gosto e agora também vou escrever no meu site, que entrou no ar hoje.

Gravar e finalizar um cd é  coisa que exige tempo e dedicação que atrapalha uma pessoa recém chegada nesse universo de blog. Gosto desse universo, de ver meus textos e desenhos chegando a um número bem maior de pessoas do que a pouco tempo atrás.

- Sua geração de artistas de Recife sempre tiveram uma postura política cada vez mais rara na música brasileira, acha que o artista ainda tem esse papel?

Acho que todo mundo tem esse papel. Não acho que o artista tenha mais obrigação do que ninguém nesse sentido. Todos nós temos e precisamos usar pra não cairmos na escravidão completa, já que escravo a gente já é mesmo e não temos muito como fugir totalmente disso.

Não acho que essa postura política precise estar necessariamente nas letras das músicas por exemplo. Quem quiser falar só de amor que fale. Acho o máximo falar só de amor. Mas que fale de amor com verdade, com sinceridade, sem vender a alma.

Comercial a gente vai sempre fazer, faz parte da escravidão. Houve um tempo em que eu achava que não era escrava só por que ganhava muito pouco. Demorei pra perceber que eu estava sim fazendo propaganda alheia, só que por muito pouco dinheiro, ou seja, eu alimentava esse sistema mais do que muitas pessoas que eu achava que eram “vendidas”. Esse é também um tema complexo, mas acho que deixei clara minha visão sobre ele nessas mal traçadas.

Conheça mais sobre Karina Buhr:

http://karinabuhr.com.br/

Leia também:

Tulipa lança primeiro disco e apresenta seu "pop florestal"

Discos - Lançamentos 2010

Móveis disponibiliza disco novo para download

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Tags:Discos, entrevista, karina buh, lançamento, pernambuco

Partilhe no Facebook!

Comments (7)

 

  1. adriano disse:
    11 de fevereiro de 2010 às 10:20 am

    pô lub. para com isso. fica enchendo a bola dessas mistureba chata da porra. mais rock porra mais rock porra

  2. Luciano disse:
    11 de fevereiro de 2010 às 11:04 am

    Calma, tem espaço pra tudo, o lance aqui é music aboa, rock tb
    em breve vem novidades do rock

  3. adriano disse:
    11 de fevereiro de 2010 às 1:21 pm

    mas o rock q voce gosta é muito do fulêro

  4. Luciano disse:
    11 de fevereiro de 2010 às 1:31 pm

    Paciência, não dá pra agradar a todos.

  5. José Henrique disse:
    12 de fevereiro de 2010 às 12:48 am

    Tb achei um discaço, do começo ao fim.
    A ciranda funk é um achado e um trompete do Guizado passeia bonito pelo cd.

    PS: Acho de uma burrice que dá pena uma pessoa que gosta de música só ouvir um estilo.

    Bom carnaval a todos!

  6. adriano disse:
    12 de fevereiro de 2010 às 10:00 am

    vai misturebão. riponga chinelada de olinda

  7. Catharino disse:
    19 de fevereiro de 2010 às 8:56 pm

    “Calma, tem espaço pra tudo, o lance aqui é music aboa…”

    Concordo com o Luciano.

Leave a Reply

Clique aqui para cancelar a resposta.

el Cabong TV

el Cabong na web

Rapidinhas

  • @tathiannanunes quando quiser, to no face
  • Sábado tem @festaabolha com Bigbross, Andrea Martins (Canto dos Malditos na Terra do Nunca), Nelson Oliveira,... http://t.co/wgoWawaU
  • Sabe quando você percebe que a cena musical de uma cidade está foda? quando você conhece algo novo e interessante a cada semana.
  • Saldo do baba de hj, 2s horas jogando sem parar, 6 gols, vitórias em todas as partidas, 1 maxilar dolorido, 1 canela machucada e 2kg a menos
  • O cantor norte-americano Billy Paul confirma show em Salvador no próximo dia 6 de junho no Barra Salvador Hall

Quem faz

Luciano Matos lubmatos@gmail.com

Jornalista, blogueiro e DJ. Nascido em Salvador em 1974, há mais de dez anos atua na cobertura do cenário musical baiano e brasileiro, especialmente o chamado mercado independente.

Saiba mais

Anúncios


Agenda Salvador

veja a agenda completa

2012

MAIO

  • Dia 15
    * Retro_visor - Cia da Pizza
  • Dia 16
    * Callangazoo e Zé Chico Bolo Doido - Europa Club
  • Dia 17
    * Baile Afrika Dub – Rafael Pondé, Lazzo Matumbi e Rogê (RJ) - Ocho Ceviche (antigo Tom do Sabor)
    * Quintas Dancehall - Equipe de Som do Ministéreo Público & Convidados - Sunshine
  • Dia 18
    * Uma Noite Massa - A Bahia canta Raimundo Sodré - Margareth Menezes, Magary Lord, Bule Bule, Geronimo, Xangai, Roberto Mendes, Lazzo Matumbi e Márcia Short - Conha Acústica
    * Viola de Arame - Teatro Sesc-Senac (Pelourinho)
    * Baile Tropical - DJs Patricktor4 e Sankofa - Sankofa African Bar
    * Gilberto Gil e Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) - Teatro Castro Alves
    * Briga de Vira Lata - Batalha de Mc’s - Largo do Campo da Pólvora
  • Dia 19
    * Festa A Bolha - Portela Café
    * Banda Escola Pública com Pietro Leal e Giovani Cidreira e DJs, Soraia Drummond e DJ Raíz - Casa da Águia
    * Gilberto Gil e Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) - Teatro Castro Alves
  • Dia 20
    * Otto, Nana e Pedro de Rosa Morais - Concha Acústica
  • Dia 22
    * Retro_visor - Cia da Pizza
  • Dia 24
    * Vila da Música - Marcela Bellas - Teatro Vila Velha
    * Quintas Dancehall - Equipe de Som do Ministéreo Público & Convidados - Sunshine
  • Dia 25
    * Briga de Vira Lata - Batalha de Mc’s - Largo do Campo da Pólvora
  • Dia 26
    * Newronio, Pastel de Miolos e Fridha - Dubliners Irish Pub
  • Dia 27
    * Música no Parque - Neojibá - Parque da Cidade
  • * Meu Amigo Pedro - Ciranda Café

  • Dia 29
    * Retro_visor - Cia da Pizza
  • Dia 31
    * Vila da Música - Encontro de Compositores - Teatro Vila Velha
    * Quintas Dancehall - Equipe de Som do Ministéreo Público & Convidados - Sunshine
  • Fotos

    Mais fotos

    Cartaz Baile 41Cartaz Baile 40manuela_rodrigues_foto_de_marcio_limaBaile Esquema Novo - outubro 2010 2Baile Esquema Novo - outubro 2010 3Baile Esquema Novo - outubro 2010 4

    Assuntos

    2010 abril pro rock Bahia Baiana System bandas brasil cascadura cds Cidadão Instigado clipe clipes Criolo disco Discos Emicida entrevista europa exterior festivais festivais independentes festival independente lançamento lançamentos lucas santtana maglore mercado messias música música brasileira música independente orkestra rumpilezz pessoas invisíveis recife rock salvador show shows Tulipa turnê vendo 147 vivendo do ócio vídeo clipe vídeoclipes wado

    Popular Posts

    • Projetos agitam Salvador

      Agitam, mas a qualidade das atrações nem sempre valem a pena. Vale a pena, no entanto, para conehcer algumas coisas e ...

    • Boom! Bahia! Boom!

      O rock baiano já havia feito às pazes com o Carnaval, do qual tem uma interseção que o enorme sucesso da Axé Music ...

    • Tava pensando....

      O que faz um artista ser importante hoje no mundo da música? Lançar um CD? gravar um DVD? tocar na rádio? vender muit...

      RSS RSS

      • Lançamentos: ‘Aleluia’ – Cascadura

      Últimos posts

      • Lançamentos: ‘Aleluia’ – Cascadura
      • Faixa a faixa: ‘Aleluia’ – Cascadura
      • Mundo dos clipes: lançamentos, mostra itinerante e festival

      Sites

      • - Drop Music
      • - Eittanoise
      • - Muzplay
      • - Omelete
      • - Pedro Alexandre Sanches
      • - Pop Up
      • - Recife Rock
      • - Rock Press
      • - SambaPunk
      • - Setaro´s Blog
      • - Trabalho Sujo
      • - Urbe
    © 2012 :: el Cabong :: | Theme Design by Dannci | Login
    Podcast powered by podPress v8.8.10.12